É sua mensagem,
que justo ao meio dia me desperta,
me pergunta o que tenho no meu prato.
Te respondo: arroz, feijão e o dia a dia desse corpo que ainda te quer, te espera e deseja.
Você responde um rsrs e tempero com ele o amargo das folhas sobre o prato
É sua pergunta diurna que transforma
A rotina da mistura, carne moída e salada em comida de santo, manjar, dendê ambrosia, biscoitinho do café.
Você me chama ao meio dia.
Na hora mesmo em que o amor surge, às claras, resistindo às ilusões que a meia noite forjou.
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