sábado, 7 de dezembro de 2019

É sua mensagem,
que justo ao meio dia me desperta,
 me pergunta  o que tenho no meu prato.
Te respondo: arroz, feijão e o dia a dia desse  corpo que ainda te  quer, te espera e deseja.
Você responde um rsrs e tempero com ele  o amargo das folhas sobre o prato

É sua pergunta diurna que transforma
A rotina da mistura, carne moída e salada em comida de santo, manjar, dendê ambrosia,  biscoitinho do café.


Você me chama ao meio dia.
Na hora mesmo em que o amor surge, às claras, resistindo às ilusões que a meia noite forjou.



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